“!Siam Acnun” reviewed by A Puta da Subjectividade

Num movimento de leitura invertida lemos que Nunca Mais! é o título deste disco, tal como num movimento invertido deciframos o nome das faixas que aparentam descender da mesma estirpe louca de Aphex Twin. No entanto, é caso para dizer: !Ossid Adan. Longina é um galego de nome próprio Chiu, co-fundador do colectivo SINSAL-Áudio que …

“!Siam Acnun” reviewed by Loop

Chiu Longina is from Galicia and is the man behind this proposal in which he combines different rhythms, samples of domestic machinery and noises produced with program audio software. This album was release in April this year [2003] by the Crónica Electrónica label from Porto, Portugal, and is an answer to the ecological damage that …

“!Siam Acnun” reviewed by Bodyspace

“!Siam Acnun”, o terceiro CD com carimbo Crónica, é um daqueles discos perdidos num referencial de nomes, momentos e lugares. Não sabemos muito bem de onde surge esta música – sabemos que vem dos lados de Espanha, mas isso nem é muito importante – porque quando começa a “rodar” na aparelhagem ficamos com a noção …

“!Siam Acnun” reviewed by Blitz

Como num passeio despreocupado à beira-esgoto, Siam Acnun! Faz-se ouvir com aparência de leveza, chegando ao extremo de ter momentos de pura cocktail party. Os sorrisos jazzy tilintam, o groove insinua-se, a sedução cobreia. É como se se abrissem clareiras de despreocupação entre o petróleo – numa ironia discreta semelhante à de Jaques Tati. Pode …

“!Siam Acnun” reviewed by Y

Algumas fórmulas rítmicas semelhantes às dos @C, mas recuperando o “groove” com patas de insecto de Victor Nubla sob a designação Xjacks, o “swing” dinossáurico, terrivelmente aditivo, dos Esplendor Geométrico ou o minimalismo dos Rechenzentrum. Baixo de jazz moribundo, piano-anagramas, binários de tribos perdidas, cortam as batidas daquela que, das quatro, será a crónica mais …

“La Strada is on Fire (And We Are All Naked)” reviewed by Blitz

Há títulos que se apossam das obras que nomeiam. Tornam-se guardiões, mediadores e senhores do seu conteúdo. É preciso ceder à sua chantagem,é inevitável que se lhes obedeça. Esforço inútil, porque jamais conseguiremos ver-nos livres da sua presença. Muito menos quando um título tem um poder tão evocativo quanto La Strada Is On Fire (And …

“La Strada is on Fire (And We Are All Naked)” reviewed by Bodyspace

A música recorre a um complexo jogo de formas sonoras, onde os saxofones desempenham um papel meritório na construção de ambientes nebulosos, que podiam encaixar perfeitamente em esferas de pânico ao mais nobre estilo suspense digital. O álbum ajusta-se à coerência da editora, englobando música abstracta, pensativa e recolhida, deslumbrada com a manipulação e apaixonada …

“La Strada is on Fire (And We Are All Naked)” reviewed by Y

Ainda a electrónica como máquina de sonhos fabricados a partir de recortes da realidade mesmo que a “realidade” não seja mais do que a fenomenologia de um mundo “exterior” que nos é vedado. A estrada está a arder mas não nos damos conta. E Vítor Joaquim filma o vazio do pós-incêndio. Os saxofones conferem uma …

“Là Où Je Dors” reviewed by Loop

This album was released on the Portuguese Crónica Electronica label of which we reviewed @c. This disc was based on the work of the choreographer Isabel Barros whose concept to develop is the dream. For this Pedro Tudela, who lives in Porto, follows with attention the development of the rehearsals of this work, opportunity in …

“Là Où Je Dors” reviewed by Y

Sabe-se da importância da palavra poética enquanto factor de indução de imagens. Desta conjugação Tudela faz surgir drones das quais vão emergindo batidas de “ambient tecno”, cortadas por arranhões nos locais mais extravagantes da rede sónica, efeitos de “delay” e “phase”, sobreposições, ecos, súbitas eclosões de ruído seguidas de contracções e aspirações. “Là où je …