“Crossmodulated” reviewed by Vital Weekly

Cover of Roel Meelkop's album "Crossmodulated"

It should be no secret that I know mister Meelkop pretty well and therefore I know that some two or three years ago he was looking for ways to break away from

working with a laptop for his musical compositions and at the recommendation of Jos Smolders, he looked into the use of modular synthesizers and ever since is hooked. He’s the sort of man who is handy enough with soldering and has a big box of modules. I am not sure how many of his recent releases are made with this newly acquired technology; he’s not a man to release that much anyway these days. The title of this new cassette implies the use of modular electronics and I may know mister Meelkop reasonably well, I didn’t ask how this was made. Sometimes with modular electronics, I have the impression it is, just as with improvised music, all done at the moment, a straight to tape recording. Sometimes it is the result of recording and mixing various events together. I don’t know which the Meelkop stance. Judging by the music I would think the first, in which Meelkop first finds the ‘right’ balance, which knobs and dials to switch and sets out some plan to follow and then starts to

record the music, in which it is decided at the moment what sort of duration a piece will have. In each of the five pieces (from six to fifteen minutes in duration) the development is minimal but notable. It can start out with a slow drum sound, slowly to envelop into a spacious drone, to end on a more broken up sequence of tones (‘Crossmodulated 4’). Field recordings may become the subject of transformations, just as in the olden days, and maybe some computer editing as well. But, as said, I am not too sure of that. It is a most enjoyable cassette of some sturdy musical experimentation. (FdW)

via Vital Weekly

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“Crossmodulated” reviewed by Rimas e Batidas

Cover of Roel Meelkop's album "Crossmodulated"

Nascido em 1963, Roel Meelkop “estudou artes visuais e teoria da arte” em Roterdão, na Holanda. A sua prática musical recua ao início dos anos 80, altura em que criou o projecto THU20 com Jac van Bussel, Peter Duimelinks, Jos Smolders e Guido Doesborg, colectivo cujas edições – realizadas entre 1986 e 2020 – espelham uma actividade contínua e prolífica.

Meelkop tem ele mesmo uma abundante discografia que se estende entre meados dos anos 90 e o presente, período dilatado em que acumulou vasta experiência e que lhe permitiu colaborar em múltiplos contextos com artistas muito diferentes.

Nas notas de lançamento de Crossmodulated, Roel Meelkop adianta ainda que nos últimos anos se concentrou sobretudo em trabalho ao vivo, “especialmente em colaboração com outros artistas como Jos Smolders, Machinefabriek, Das Synthetische Mischgewebe”, revelando também que a sua “prática de estúdio recebeu um novo alento com a descoberta da síntese modular”, descoberta essa que credita ao seu companheiro criativo de longa data Jos Smolders.

A edição presente, explica igualmente o autor, resulta de combinação de sessões de síntese modular com gravações de campo, com origem no seu arquivo e em trabalho efectuado em tempos mais recentes. Crossmodulated é assim uma obra profundamente abstracta, experimental na forma como procura testar pontes e ligações entre os sons captados nas gravações de campo e depois altamente processados em estúdio (pouco aqui soa “natural”), sendo por isso mesmo tratados como matéria aural análoga aquela que é gerada pelos impulsos eléctricos que percorrem o seu sistema modular. A ideia, aliás sublinhada pelo título, parece ser a de eliminar a diferença ou a distância entre o que é som “sintético” e o que foi captado nas gravações de campo, criando um corpo sónico único, sólido, sem margens ou características definidas.

O lado B da cassete abre com “Crossmodulated 4”, tema que vive de um pulsar rítmico que parece ter sido captado num qualquer dispositivo mecânico, mas que funciona como o elemento propulsivo que nos carrega até bem perto do silêncio que depois se explora a seguir. O longo drone a que se sobrepõem umas parcas notas do que soa a um piano evoca o som da própria tensão, como se o tema servisse de banda sonora a um thriller psicológico moderno, rodado quase sem luz, numa estrutura industrial abandonada. Mas para evitar spoilers de qualquer espécie, o melhor mesmo é que vejam vocês o “filme”, com os olhos bem fechados, obviamente, e que tirem as vossas conclusões (sim, vocês os três…). Rui Miguel Abreu

via Rimas e Batidas

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“Deriva” reviewed by Rimas e Batidas

Quem porventura possa ler regularmente esta coluna (sim, vocês os três…) há-de reconhecer que a palavra “deriva” é usada com alguma frequência como descritivo para muita música aqui focada. A ideia de desvio imprevisto e sem destino calculado que essa palavra carrega parece, de facto, apropriada para descrever muita música mais exploratória e experimental, música que nasce de um impulso criativo, de uma dúvida, de uma qualquer ideia, mas que quase sempre desconhece ou nem sequer se importa com o resultado final, com um objectivo concreto. O importante é a busca, não o destino, o importante é a colocação da problemática, não necessariamente a resposta obtida.

A presente compilação resulta, precisamente, de um desafio lançado a uma série de criadores – Simone Castellan, Stefano Giampietro, Natura Wiwa (Pietro La Rocca e Carlos Zíngaro), Petri Kuljuntausta, Chelidon Frame, Rinaldo Marti, Emanuele Costantini e Dimitrios Savva – por VacuaMœnia (Fabio R. Lattuca and Pietro Bonanno), entidade focada em “revolucionar o significado estético de espaços sónicos abandonados” e apostada na “realização de eventos relacionados com ecologia acústica”, explica-se na página Bandcamp respectiva. E o desafio, revela-se também, é o de investigarem o tema da “deriva”, em termos sónicos, conceptuais, filosóficos e estéticos. “Que práticas, formas, estratégias se podem adoptar?”

As respostas são dadas pelos artistas seleccionados – que são, sobretudo, italianos, mas também com (e é fácil adivinhar quem) representação portuguesa, finlandesa e cipriota, e que pertencem a diferentes gerações (o português Carlos Zíngaro, nascido em 1948, é o mais velho ao passo que Stefano Giampietro, de apenas 27 anos, é o mais novo) – que apresentam aqui uma série de oito intensas peças que procuram traduzir essa tão difusa quanto real ideia de deriva.

Com uma consistência estética assinalável, as peças altamente abstractas aqui apresentadas vivem de drones, matéria harmónica em suspensão, ruídos concretos, manipulação electrónica, processamento acústico minucioso de gravações de campo, trabalho laboratorial em torno das propriedades do próprio som, confundido os planos do natural e do artificial, do real e do hiper real, numa hipnótica viagem que convida à imersão e que leva, obviamente, à deriva do pensamento: muito curioso o resultado do exercício de audição concentrada, em ambiente desprovido de luz, destas oito peças que efectivamente têm o poder de nos transportarem até destino perfeitamente desconhecido, pois claro. Rui Miguel Abreu

via Rimas e Batidas

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“Deriva” reviewed by Vital Weekly

The other new release is a compilation called ‘Deriva’, and that means (warning: very lengthy quote ahead, since there is no way I can summarize this) “Drift [from French dérive] is the perpetuating movement that strides from the known to the unknown, to the absurd and the unplanned. This is a condition that is generated by the observers themselves and implies a distancing from historical

events. The cultural Drift, in ethnology, is a transformation induced by internal factors within the group and not influenced by the exterior. It is alike with the continuity of a tradition when there is no longer control and comparison, like a raft facing the ocean. If within this context we consider the “Universe-System” as a closed structure, the Drift is entropy. In psychology Drift is meant as a moral and ethical connotation, it is to disconfirm a prior decision before its decline, collapse. The Drift differs consistently from the concept of Transition as it is in default of the final reference point. It embodies the unpredictable, the undefined. It could, from this point of view, be a particular type of exploration that, after everything is planned, designed, and built, is abandoned, left to itself. The abandoned landscape comes with a question that smells of drift. VacuaMoenia suggested musicians and composers an investigation on this theme. How to represent the Drift

through their medium? What practices, forms, and strategies to adopt?” The cassette contains shorter versions of complete pieces that one can find in the download. The participating artists are Simone Castellan, Stefano Giampietro, Natura Wiva, Petri Kuljuntausta, Chelidon Frame, Rinaldo Marti, Emanuele Costantini, Dimitrios Savva and VacuaMœnia. I must admit I didn’t hear of these names before. All of these pieces can be found in the realm of sound art, musique concrète and, I think, digital processing. You may have gathered that I didn’t understand much of the text, or perhaps see the relevance about the pieces I heard. I enjoyed these pieces, of which none stood out in particular, nor did any fail to deliver. Solid laptop music? (FdW)

via Vital Weekly

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Pedro Rebelo’s “Listen to me” reviewed by Rimas e Batidas

No texto em que se apresenta Listen to me, na página reservada a este lançamento na plataforma Bandcamp, explica-se com algum detalhe o percurso artístico e académico de Pedro Rebelo, artista, investigador e pedagogo com impressionante currículo, que é actualmente Professor de Artes Sónicas na Queen’s University de Belfast. Rebelo foi recentemente agraciado com dois importantes subsídios pelo Arts and Humanities Research Council que suportarão alguns dos seus projectos de investigação, incluindo um com o título Sounding Conflict em que se propõe analisar as relações entre o som, a música e situações de conflito. Coordenadas que, certamente, melhor amparam a audição de Listen to me, que pode, estando o ouvinte de posse dessa informação, ganhar outro tipo de relevância.

As duas peças que compõem esta obra, que a Crónica disponibiliza em edição digital ou em cassete, foram realizadas no âmbito de uma residência que decorreu em Braga, em 2017, no International Nanotechnology Laboratory. Pedro Rebelo propôs-se captar os sons que povoavam o ecossistema aural do laboratório, o som das máquinas laboratoriais, mas também das ventoinhas que faziam o ar circular, o som dos processos – como o que resulta do acto de despejar nitrogénio líquido ou os “banhos” ultrassónicos usados para misturar certos compostos, explica-se. Este laboratório, conclui-se aí também, estava cheio de sons e ruídos que, de certa forma, e cada um à sua maneira, imploravam “escutem-me”.

Ora, esse é, precisamente, o distinto “olhar” de um criador que se afirma quando presta atenção e encontra interesse naquilo que a maior parte de nós ignora. Quem porventura já possa ter passado longos períodos de tempo em espaços muito preenchidos deste tipo de sons artificiais e mecanizados, sobretudo se repetitivos (como os que se escutarão numa fábrica com uma linha de montagem, numa enfermaria de hospital, numa oficina ou estação de comboios), reconhecerá que se costuma investir algum esforço numa tentativa (tantas vezes vã) de se “abstrair” desses sons, de os bloquear ou ignorar. O que acontece muitas vezes, no entanto, é que esses sons se tornam familiares, são absorvidos e quase passam a ser uma espécie de novo silêncio.

Aqui, Pedro Rebelo observa minuciosamente os detalhes, e com os pulsares, com os diferentes ruídos, repetidos ou não, curtos ou contínuos, constrói o nítido retrato de um espaço que, curiosamente, surge diante dos nossos ouvidos como inumano, vazio de vida, mas preenchido de ânimo tecnológico, um verdadeiro organismo complexo, que entrega ao ar um conjunto de diferentes frequências decorrentes do funcionamento dos diferentes aparelhos que no laboratório procuram soluções para resolver problemas, caminhos para transformar o mundo, conhecimento, saber. Sons da ciência, na verdadeira acepção da expressão. Sons da humanidade, portanto. Sons que pedem para serem escutados. Porque estão vivos, enfim. Rui Miguel Abreu

via Rimas e Batidas

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New release: Pedro Rebelo’s “Listen to me”

A residency in 2017 at the International Iberian Nanotechnology Laboratory, in Braga, Portugal, was an opportunity for Pedro Rebelo to discover the world of nanotechnology research, in particular through following researchers working on a project in the area of food safety.

Rebelo’s primary interest in sound led him to explore the sonorities of the research processes, the labs, the machinery and the entire sonic environment within which researchers operate at INL. The richness of this environment is remarkable, as researchers gradually “tune in” to specific sounds and patterns that ultimately embed their sense of time and space. From the blips of a certain piece of equipment, the huge air handling fans, the hiss of pouring liquid nitrogen, to the piercing sharpness of ultrasound “baths” used to mix specific compounds, this sound world is full of signs, full of aural cues saying “listen to me!”

The residency resulted in a sound installation at GNRation and then it developed into a further exploration of the sound materials collected in the two pieces presented in this release.


Pedro Rebelo is a composer, sound artist and performer. In 2002, he was awarded a PhD by the University of Edinburgh where he conducted research in both music and architecture.

Pedro has recently led participatory projects involving communities in Belfast, favelas in Maré, Rio de Janeiro, travelling communities in Portugal and a slum town in Mozambique. This work has resulted in sound art exhibitions at venues such as the Metropolitan Arts Centre, Belfast, Centro Cultural Português Maputo, Espaço Ecco in Brasilia and Parque Lage and Museu da Maré in Rio, Museu Nacional Grão Vasco and MAC Nitéroi. His music has been presented in venues such as the Melbourne Recital Hall, National Concert Hall Dublin, Queen Elizabeth Hall, Ars Electronica, Casa da Música, and in events such as Weimarer Frühjahrstage fur zeitgenössische Musik, Wien Modern Festival, Cynetart and Música Viva. His work as a pianist and improviser has been released by Creative Source Recordings and he has collaborated with musicians such as Chris Brown, Mark Applebaum, Carlos Zíngaro, Evan Parker and Pauline Oliveros as well as artists such as Suzanne Lacy.

In 2012 he was appointed Professor of Sonic Arts at Queen’s University Belfast and awarded the Northern Bank’s “Building Tomorrow’s Belfast” prize. He has recently been awarded two major grants from the Arts and Humanities Research Council including the interdisciplinary project “Sounding Conflict”, investigating relationships between sound, music and conflict situations.

Listen to me” is now available as a limited-release cassette and for download or stream.

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New release: Pedro Tudela’s “Auditório”

From May 2019 to January 2020, Pedro Tudela presented the large-scale installation “awdiˈtɔrju” at MAAT, the Museum of Art, Architecture, and Technology, in Lisbon. “awdiˈtɔrju”, the phonetic transcription of the word “auditório” (Portuguese for auditorium), was curated by Miguel von Hafe Pérez, and presented at the Boiler Hall of MAAT, as an immersive experience that combined a sound work that coexisted with a sculpture and two installations in a carefully choreographed balance of elements that were either in suspension or collapsing to gravity. Moving sounds of bells reverberated in the space of the Boiler Hall, sometimes revealed quite literally, sometimes masked with several degrees of digital processing. The bell was also a trope to be found on all the physical objects, again either literal or transformed in various degrees.

As an epilogue to “awdiˈtɔrju”, Tudela now presents an artist edition of a limited box-set containing: a transparent vinil, a booklet with photos from the installation by André Cepeda, and a silk-screen by Pedro Tudela. The vinyl includes a fragment of a recording of the installation at MAAT and a new (re)composition, in studio, using sound materials from the installation. These two pieces are also published independently in a digital version available for streaming or download.

The box-set will be available for purchase soon. To be notified of its availability, please drop us an email to editor@cronicaelectronica.org 

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Rutger Zuydervelt & Bruno Duplant’s “L’incertitude” reviewed by Musik an Sich

L’incertitude ist die erste Zusammenarbeit der beiden Experimentalmusiker Rutger Zuydervelt aus den Niederlanden und Bruno Duplant aus Frankreich. Beide haben sich mit Soloarbeiten und Zusammenarbeiten mit anderen Größen des Genres über Jahre einen Namen gemacht und legen nun zwei lang angelegte Stücke mit jeweils um die 23 Minuten Lauflänge vor.

Hauptbestandteil der Tracks sind zu einer Collage zusammengefasste Fieldrecordings, die geschickt über sphärische elektronische Loops und Atmosphären gelegt wurden. Das dritte Element sind Gesprächsfetzen, die dem Ganzen mitunter einen Hörspielcharakter verleihen.

Die elektronischen Spielerein sind zwar experimentell, aber das Duo legt viel Wert darauf, das alles atmosphärisch daher kommt und auch Melodien und Rhythmen Ihren Platz bekommen. So spielen sie mit diesem Album oftmals ähnliche Klänge wie ein Edward Ka-Spel oder dessen Legendary Pink Dots auf den für diese wiederum eher experimentelleren Werken. Aber nicht selten erinnern mich Ideen, Atmosphären oder gar Melodien an eben diese Alben.

Beide Stücke bauen sich wunderbar auf, entwickeln eine packende Atmosphäre und einen wunderbaren Sog, der den Hörer in die ambienten und versponnenen Klänge hineinzieht.

Das Album erscheint nur als Download und in einer Kleinstauflage, die vermutlich bereits vergriffen ist, auf der guten alten Musikkassette. Wolfgang Kabsch

via Musik an Sich

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Pedro Rebelo’s “Listen to me” reviewed by Vital Weekly

This is the first work I hear by Pedro Rebelo, who studied in Edinburgh music and architecture. He did “participatory projects involving communities in Belfast, Mare, Rio de Janeiro, Portugal and Mozambique”, sound installations and concerts. For this work, he uses recordings he made at the International Iberian Nanotechnology Laboratory in Braga, Portugal. A place for research, where he followed those involved “working on a project in the area of food safety”. He recorded the sonic environment, which later resulted in a sound installation piece and a further exploration that is this cassette. I can’t say to what extent Rebelo uses sound processing or if all of this is perhaps just a collage of sounds tape on-site. Also, I have no idea how much of this uses repetition in the form of samples or loops. In both cases, I would think there are some processing and some use of loops. I might be wrong of course. To say this is a collage of sound is not far from the truth. And a great collage this surely is. There are lots of machines sounds here, whirring, buzzing, sawing off electrical charges all around; from a giant hall of machines into a small freezer. Rebelo takes both macro and micro shoots of the place (maybe even nano shoots), which in their combined state deliver a beautiful piece of electro-acoustic music. Some sounds are shifted around and return in other places, some only have a brief existence. This is industrial music without being very industrial I guess. The two pieces, together about thirty minutes, are well-made, changing throughout, never resting or overstaying their welcome; two fine slabs of concrete music. (FdW)

via Vital Weekly

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Pedro Rebelo’s “Listen to me” now available to preorder

Out in September, the new tape by Pedro Rebelo, can now be preordered from Crónica.

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